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A seleção alemã de ginástica olímpica usou macacões que cobrem todo o corpo durante as eliminatórias das Olimpíadas de Tóquio para protestarem contra a sexualização de corpos femininos no esporte.

 


Qual a importância da discussão sobre a sexualização dos uniformes femininos nas Olimpíadas?

 

Depois que o belíssimo time de ginástica artística da Alemanha, pela primeira vez, se apresentou no treino de pódio usando macacões que cobrem todo o corpo ao invés dos tradicionais collants, a discussão sobre objetificação dos corpos femininos dentro e durante o esporte sobre seus uniformes ganhou destaque. Durante uma conversa com a Vogue Brasil, Katia Lamarca, coordenadora acadêmica da graduação em Design de Moda do IED, reflete sobre o assunto.

“Essa é uma discussão importante para todos os momentos, para que a gente consiga permitir a mulher tenha o direito de existir, basicamente, sem olhares maldosos, julgamento ou desejo colocado sobre elas.”

 Depois de um ano de atraso devido a pandemia, a repercussão sobre os corpos expostos das ginastas e outras competidoras com seus uniformes gerou debates e reflexões sobre o assunto. As Olímpiadas e os Competidores são exemplos para os que assistem, então quando um competidor levanta uma bandeira ela se torna uma discussão mundial porque o exemplo é dado.

Levando em consideração o mito do padrão de beleza e vestimenta das competidoras de ginástica artística, esse tema viralizou e a argumentação sobre a objetificação das mulheres á partir de seus uniformes foi o inicio de uma revolução.

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