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Algo que chamou muita atenção nas redes sociais foi o caso das agressões de DJ Ivis (Iverson de Souza Araújo) contra sua ex-mulher, Pamella Hollanda. Foi o motorista, Charles Barbosa de Oliveira quem primeiro se pronunciou sobre o assunto, em entrevista, após depor à polícia na sequência da prisão do músico.

E ele não está errado. A repercussão e comoção do caso – principalmente entre as celebridades e subcelebridades – foram de grande importância para que Ivis fosse preso. Ele irá responder por dois inquéritos, um devido as agressões recentes ocorridas este mês e outro pela violência praticada contra Pamella em dezembro do ano passado.



Em coletiva para comentar sobre o andamento do caso na justiça, o delegado Tharsio Facó, responsável pela investigação do ocorrido, disse que os vídeos que foram divulgados por Pamella, são da violência sofrida no ano passado.

Ela resolveu postar os vídeos em seu Instagram, no dia 11 de julho, logo após dar queixa contra o ex-marido, no dia 02. As cenas que indignaram e comoveram a internet, com políticos, influencers, outros artistas, todos os tipos de celebridades, famosos e usuários das redes clamando por justiça, mostram o DJ Ivis avançando sobre Pamella diante da filha de 9 meses, e da mãe da vítima.

A polícia também afirma que já investigavam o DJ e que já haviam também pedido medida protetiva para impedir que o ex-marido tentasse algo mais, o casal teria brigado um dia de Pamella ter ido à delegacia.

No domingo, dia 11, com a liberação dos vídeos na internet, a pressão popular feita digitalmente fizeram com que as investigações tomassem um rumo mais sério. Além de responder um processo judicial, o agressor já sofreu cortes na carreira. A produtora que o representava, de Xand Avião, decidiu rescindir seu contrato após a divulgação dos ocorridos repugnantes diante da sociedade.

O motorista do casal, Charles, conta também que presenciou várias agressões contra Pamella, mas que na hora sempre ‘travava’, e não conseguia ajudá-la. De fato, vários especialistas do tema recomendam que a testemunha não tente intimidar e nem subestimar o agressor, mas que apenas chame a polícia imediatamente.

O peso da opressão na internet é decisivo para chamar a atenção para casos parecidos com o do DJ. Mas, mais do que se indignar e revoltar na web, existem outras formas de amparar a vítima, seja dando abrigo e apoio para que ela não fique na mesma casa do agressor ou suporte emocional quando ela denunciar o problema.

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